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Portugues xxi 3 caderno de exercicios pdf

1 RAFAEL AFONSO DA SILVA DILEMAS DA TRANSIÇÃO: UM ESTUDO CRÍTICO DA OBRA DE LENIN DE Dissertação de Mestrado apresentada ao Departamento de Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas sob a orientação do Prof. Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia portugues xxi 3 caderno de exercicios pdf Ciências Humanas. 3 Agradecimentos A realização desta pesquisa só foi possível graças à colaboração direta ou indireta de muitas pessoas.

Gostaria de agradecer aqui a algumas delas. Márcio, orientador deste trabalho, que sempre acreditou na possibilidade de realização desta pesquisa, ainda quando, sem forças e desorientado, eu mesmo duvidei. Sem sua confiança, este trabalho não existiria. 5 Resumo Esta pesquisa tem como propósito a análise e a reconstrução da reflexão de Lenin sobre a transição socialista em sua obra de , expondo criticamente seus dilemas e limitações. 9 Introdução Esta pesquisa tem como propósito a análise da reflexão de Lenin sobre a transição ao comunismo no período de , expondo criticamente seus dilemas e limitações. Não se pretende, contudo, apresentar aqui a reflexão de Lenin na forma de um modelo teórico perfeitamente estruturado, como um sistema fechado. 10 capitalismo de Estado na estratégia socialista que Lenin começa a elaborar a partir da Revolução de Fevereiro de Na última parte do capítulo, são traçados alguns comentários sobre a reflexão de Lenin em torno da questão da dialética da revolução e de seu sujeito social nas páginas sobre o imperialismo.

O capítulo 2 oferece uma análise detalhada de O Estado e a revolução. 11 organização interna dos microcosmos produtivos. Uma atenção especial é dada à posição taylorista de Lenin nesses textos. O capítulo 4 analisa as obras de Lenin do período do comunismo de guerra. 12 volve-se para o tratamento leniniano da questão do Estado no período que vai do início da NEP até o período imediatamente anterior àquele de seus últimos escritos. Por fim, a última parte do capítulo analisa os últimos escritos de Lenin, explicitando os elementos da segunda abordagem do problema da estratégia socialista referida acima e examinando o caráter das propostas de Lenin para a reestruturação dos aparelhos do Estado soviético nesse contexto.

13 Capítulo 1 O imperialismo e a questão da transição Lenin, em diversos textos, refere-se ao imperialismo como a era da revolução socialista proletária, a etapa de transição ao socialismo 2, ou, na linguagem parabólica do Imperialismo, fase superior do capitalismo, como a fase do capitalismo em que tomaram corpo e se manifestaram totalmente os traços da época de transição do capitalismo a uma estrutura econômica e social mais elevada 3. 15 concepção de Lenin, um capitalismo sem concorrência, sem a mola da iniciativa privada, não seria então capitalismo, mas sim um sistema que conseguiu escapar às contradições através das quais se impõem as leis materiais, objetivas, do modo de produção capitalista 9. 11 Marx argumenta que, no sistema de ações, existe já a antítese à antiga forma, em que os meios sociais de produção surgem como propriedade individual, posto que, no sistema de ações, a propriedade se apresenta já como propriedade social. 17 impõe a si mesmo, de transformar-se por si, através do jogo de suas próprias contradições, em um regime superior, em uma estrutura econômica e social mais elevada, engendrando assim contradições, atritos e conflitos particularmente agudos e bruscos. Lenin insiste nesse ponto do início ao fim de seu livro Imperialismo, fase superior do capitalismo.

18 não foram modificadas na raiz pelo imperialismo, pela época do capital financeiro. O imperialismo é a continuação do desenvolvimento do capitalismo, sua etapa superior, de certo modo, a etapa de transição ao socialismo. Por isso, não posso considerar mecânico agregar, à análise das características fundamentais do capitalismo em geral, uma análise do imperialismo. O imperialismo, na realidade, não reestrutura e nem pode reestruturar de cima abaixo o capitalismo. 19 Desse ponto de vista, fica claro que a análise de Lenin do imperialismo como capitalismo de transição não tem nenhuma relação com as ilusões dos apologetas reformistas do imperialismo, que pretendem representá-lo como uma gradual eutanásia do capitalismo: o imperialismo é o capitalismo agonizante, mas vivo ainda.

20 O que parece problemático, em toda essa reflexão, é que a contradição entre concorrência e monopólio aparece como a contradição fundamental do imperialismo, aquela que prepara a bancarrota, isto é, a revolução socialista. Isso evidencia a incompreensão de Lenin do significado profundo do salto qualitativo que ocorre, na fase imperialista do capitalismo, no âmbito das tendências de concentração e centralização do capital. 21 É aqui, onde se manifesta o significado profundo do processo de concentração e centralização do capital, que emerge a contradição fundamental do imperialismo, aquela que prepara a bancarrota, isto é, a revolução socialista : o antagonismo entre o capital e o trabalho que se intensifica e agudiza com o aprofundamento da relação de produção capitalista na divisão técnica do trabalho. 23 de toda a produção capitalista em seu conjunto 23. A supressão das crises pelos cartéis é uma fábula dos economistas burgueses 24, escreve Lenin. Do mesmo modo, a superação do típico mercado concorrencial na fase monopolista do capitalismo não é algo idêntico à extinção do caráter competitivo do capital.

24 do capital que calculam antecipadamente os volumes da produção em escala nacional e inclusive internacional, porque são eles que regulam a produção com base em planos, seguimos, apesar de tudo, no capitalismo, numa nova etapa do mesmo, mas indubitavelmente no capitalismo. 25 transforma pouco a pouco todos os trusts em organizações deste tipo. Neles vemos a mesma burocracia burguesa acima dos simples trabalhadores, famintos e sobrecarregados de trabalho. Porém, o mecanismo de administração social já está preparado aqui. 26 bancos, uma vez cortados todos os fios que os ligam aos capitalistas e uma vez subordinados aos sovietes, são o aparato de Estado de que necessitamos para realizar o socialismo e que um banco único do Estado representa nove décimas partes do aparato socialista, o esqueleto da sociedade socialista, pois supõe uma contabilidade nacional, um controle nacional da produção e distribuição dos produtos 30.

27 profundo da revolução organizativa do capitalismo dos trustes e do capital financeiro é o aprofundamento da subordinação real do trabalho ao capital. Trabalho e socialismo Trabalho vivo e trabalho objetivado. Para esclarecer uma confusão de conceito que teve consequências trágicas. Introdução para o entendimento do mundo bipolar. 5 de Maio de 1818 e morreu em Londres a 14 de Março de 1883.

Os Teóricos TEM NO LIVRO, pág. 180 a 194 As primeiras críticas aos sistema capitalista surgiram pouco tempo depois da revolução industrial, na Europa. Baseado em Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico de Friedrich Engel. TEORIAS SOCIALISTAS MOVIMENTOS OPERÁRIOS NO SÉCULO XIX.

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